Angra dos Reis comemora a reabertura da Igreja da Ordem Primeira do Carmo, uma de suas joias arquitetônicas mais antigas, que estava fechada desde agosto de 2024, quando parte do telhado desabou durante uma reforma. Após uma obra de reconstrução que durou mais de um ano e meio, o templo foi devolvido ao público, mantendo suas características originais do século XVII.
A recuperação foi realizada pela prefeitura em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), envolvendo a remoção de escombros, a reconstrução do telhado e do forro, além de intervenções no piso, no coro e nos revestimentos internos, seguindo padrões históricos para preservar a integridade arquitetônica. O acervo da igreja foi previamente retirado por segurança durante a primeira reforma, evitando a perda de itens históricos e religiosos.
A igreja, construída entre 1593 e 1617, faz parte do Convento do Carmo, um marco da ocupação colonial em Angra dos Reis. O complexo, que inclui também o convento e a Igreja da Ordem Terceira, é protegido pelo Iphan desde a década de 1940, sendo um dos conjuntos arquitetônicos mais antigos do estado.
