{"id":9292,"date":"2022-05-17T15:27:30","date_gmt":"2022-05-17T18:27:30","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/?p=9292"},"modified":"2022-05-17T15:27:34","modified_gmt":"2022-05-17T18:27:34","slug":"f1-quando-as-mudancas-de-regras-acabam-com-longas-hegemonias","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/esportes\/f1-quando-as-mudancas-de-regras-acabam-com-longas-hegemonias\/","title":{"rendered":"F1: quando as mudan\u00e7as de regras acabam com longas hegemonias"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-block-paragraph\">A F\u00f3rmula 1 e as mudan\u00e7as de regulamento. De tempos em tempos, a categoria convive com revolu\u00e7\u00f5es. Algumas menores, outras maiores. Mas s\u00e3o momentos capazes de mudar a ordem de for\u00e7as da maior categoria do automobilismo mundial. Est\u00e1 longe de ser algo incomum, diga-se de passagem. \u00c9 o que estamos vendo na pista em 2022. A equipe dona da maior hegemonia da hist\u00f3ria sofrendo com muitas dificuldades, ainda tentando se achar. E a mais tradicional delas, vivendo um jejum de 15 anos sem t\u00edtulos de pilotos e 14 de construtores, de volta aos bons dias, lutando por vit\u00f3rias e assumindo o papel de concorrente real ao t\u00edtulo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nas \u00faltimas semanas recebi muitos questionamentos sobre essa mudan\u00e7a de for\u00e7as na F\u00f3rmula 1 por causa das novas regras. E sim, gente. \u00c9 normal. Ali\u00e1s, as regras s\u00e3o costumeiramente alteradas tamb\u00e9m por causa disso, para tentar acabar com longos dom\u00ednios. A Mercedes, ali\u00e1s, estabeleceu uma hegemonia sem precedentes, a maior da hist\u00f3ria. De 2014 a 2021, foram oito conquistas de Mundiais de Construtores (100% de aproveitamento) e sete de pilotos (seis de Lewis Hamilton e um de Nico Rosberg). Uma supremacia que come\u00e7ou, justamente, em uma radical mudan\u00e7a de regras. Vou relembrar as mais recentes neste texto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As mudan\u00e7as para 2022<br>A temporada 2022 est\u00e1 sendo palco da maior mudan\u00e7a de regulamento desde 1982, justamente quando o efeito solo foi abolido da F\u00f3rmula 1. Com o retorno da tecnologia, a filosofia de constru\u00e7\u00e3o dos carros mudou completamente. O downforce, antes majoritariamente gerado pelas asas do carro, passou a ser responsabilidade do assoalho. Tudo, como sempre, para tentar melhorar o show das corridas, permitir que os carros andem colado sem sofrer com a famosa turbul\u00eancia. Mas ainda \u00e9 cedo para saber se as mudan\u00e7as neste sentido foram realmente eficientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A volta do efeito solo trouxe de volta um velho problema: o Efeito Golfinho (porpoising, no termo em ingl\u00eas), que n\u00e3o pode ser detectado nas simula\u00e7\u00f5es no computador (no CFD) e tampouco no t\u00fanel de vento. Todas as equipes est\u00e3o sofrendo com ele, umas mais, outras menos. E mais uma mudan\u00e7a de regulamento acabou com um dom\u00ednio na F\u00f3rmula 1: foi a Mercedes quem mais perdeu desempenho com as novas regras. De dominadora nas \u00faltimas oito temporadas, a equipe alem\u00e3 passou a lutar a duras penas para se manter como a terceira for\u00e7a do campeonato, principalmente nas classifica\u00e7\u00f5es.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na maior mudan\u00e7a de regulamento dos \u00faltimos 40 anos, Mercedes se v\u00ea em dificuldades ap\u00f3s oito anos de dom\u00ednio<\/p>","protected":false},"author":3,"featured_media":9293,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_crdt_document":"","footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-9292","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-esportes"],"brizy_media":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9292","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9292"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9292\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9293"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9292"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9292"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9292"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}