Você está em:

Apoio de entidades civis é ‘muito mais relevante’, diz Moro

O ex-juiz e pré-candidato a presidente da República Sergio Moro (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (3) em um evento virtual que, na opinião dele, o apoio de entidades civis é “muito mais relevante” que o de partidos políticos. Pesquisa Datafolha divulgada em dezembro mostrou, no cenário estimulado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em primeiro lugar com 48% das intenções de voto; o presidente Jair Bolsonaro (PL) em segundo, com 22%; e Sergio Moro em terceiro lugar, com 9%. “Nós estamos tendo apoio político, ainda que não de partidos, de indivíduos relevantes dentro desses partidos. Essa é uma sinalização da vinda desses partidos ou, ainda que eles não venham, uma sinalização que nós vamos ter apoio robusto de partes de diversos partidos que comungam as mesmas propostas”, declarou Moro nesta quinta. “Tem uma grande demanda no setor privado e na sociedade civil pela tal da terceira via, e a gente tem recebido esses apoios. A gente teve agora o MBL, que tem uma influência enorme na comunidade jovem. [...] Isso é importante para nós, esse apoio da sociedade civil, dessas organizações. É muito mais relevante, às vezes, do que apoio desses partidos políticos”, acrescentou. Segundo o ex-juiz, ele tem tido conversas com partidos que apoiam o que ele considera ser uma agenda “reformista”, além da pauta de combate à pobreza. Nesse trecho do discurso, Morou citou o União Brasil, o Novo e o Cidadania. “O que a gente tem visto é que há muita preocupação com os projetos pessoais, com os projetos regionais. Então, ninguém está conseguindo fazer alianças no presente momento, nenhum dos partidos está conseguindo fazer isso”, disse. Palanques estaduais Ainda no evento desta quinta-feira, o pré-candidato afirmou que os palanques nos estados são “relevantes”, mas “não são essenciais”. Na avaliação de Moro, candidatos a governador vão querer tê-lo em seus palanques mesmo que no “campo nacional” não sejam “diretamente aliados”.
Picture of Amanda Omura

Amanda Omura

O ex-juiz e pré-candidato a presidente da República Sergio Moro (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (3) em um evento virtual que, na opinião dele, o apoio de entidades civis é “muito mais relevante” que o de partidos políticos.

Pesquisa Datafolha divulgada em dezembro mostrou, no cenário estimulado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em primeiro lugar com 48% das intenções de voto; o presidente Jair Bolsonaro (PL) em segundo, com 22%; e Sergio Moro em terceiro lugar, com 9%.

“Nós estamos tendo apoio político, ainda que não de partidos, de indivíduos relevantes dentro desses partidos. Essa é uma sinalização da vinda desses partidos ou, ainda que eles não venham, uma sinalização que nós vamos ter apoio robusto de partes de diversos partidos que comungam as mesmas propostas”, declarou Moro nesta quinta.

“Tem uma grande demanda no setor privado e na sociedade civil pela tal da terceira via, e a gente tem recebido esses apoios. A gente teve agora o MBL, que tem uma influência enorme na comunidade jovem. […] Isso é importante para nós, esse apoio da sociedade civil, dessas organizações. É muito mais relevante, às vezes, do que apoio desses partidos políticos”, acrescentou.

Segundo o ex-juiz, ele tem tido conversas com partidos que apoiam o que ele considera ser uma agenda “reformista”, além da pauta de combate à pobreza. Nesse trecho do discurso, Morou citou o União Brasil, o Novo e o Cidadania.

“O que a gente tem visto é que há muita preocupação com os projetos pessoais, com os projetos regionais. Então, ninguém está conseguindo fazer alianças no presente momento, nenhum dos partidos está conseguindo fazer isso”, disse.

Palanques estaduais
Ainda no evento desta quinta-feira, o pré-candidato afirmou que os palanques nos estados são “relevantes”, mas “não são essenciais”.

Na avaliação de Moro, candidatos a governador vão querer tê-lo em seus palanques mesmo que no “campo nacional” não sejam “diretamente aliados”.

Posts Relacionados

Governo Lula intensifica combate às bets: plano coordenado entre ministérios

Governo Lula intensifica combate às bets: plano coordenado entre ministérios

Governo Lula coordena ofensiva contra bets com participação de Fazenda, Planejamento e Justiça. Conheça a estratégia regulatória.

CPI do Crime Organizado Extrapola em Reação à Blindagem de Investigações

CPI do Crime Organizado Extrapola em Reação à Blindagem de Investigações

CPI do Crime Organizado extrapola em reação à blindagem. Confira os detalhes sobre as limitações das investigações e o Caso Master.

Presidente do PT atribui queda de popularidade de Lula à avalanche de denúncias de corrupção no Brasil

Presidente do PT atribui queda de popularidade de Lula à avalanche de denúncias de corrupção no Brasil

Presidente do PT atribui queda de popularidade de Lula à avalanche de denúncias de corrupção no Brasil. Confira análise sobre impacto político.

Ancelotti planeja observar Neymar no Santos para avaliar condição física antes da Copa do Mundo

Ancelotti planeja observar Neymar no Santos para avaliar condição física antes da Copa do Mundo

Ancelotti planeja observar Neymar no Santos para avaliar sua condição física antes da Copa do Mundo. CBF estrutura acompanhamento da seleção.

Deputada do PT solicita monitoramento eleitoral de Eduardo Bolsonaro e aliados ao ministro Moraes

Deputada do PT solicita monitoramento eleitoral de Eduardo Bolsonaro e aliados ao ministro Moraes

Deputada do PT solicita monitoramento de transferência eleitoral de investigados como Eduardo Bolsonaro e Ramagem ao ministro Moraes.

Messias em Campanha pelo STF: Encontro Estratégico com Flávio Bolsonaro Marca Articulação Política

Messias em Campanha pelo STF: Encontro Estratégico com Flávio Bolsonaro Marca Articulação Política

Jorge Messias se reúne com Flávio Bolsonaro em articulação por votos para indicação ao STF. Confira os detalhes desta importante negociação política.

PEC do Banco Central avança na CCJ após relator ceder ao governo; votação deve atrasar

PEC do Banco Central avança na CCJ após relator ceder ao governo; votação deve atrasar

PEC do BC avança na CCJ após relator ceder ao governo. Votação deve atrasar com pedidos de vista. Saiba o que muda na autonomia do

Veto de Lula ao PL da Dosimetria Completa Três Meses: Entenda a Polêmica e o Impasse no Senado

Veto de Lula ao PL da Dosimetria Completa Três Meses: Entenda a Polêmica e o Impasse no Senado

Veto integral de Lula ao PL da dosimetria aprovado pelo Senado reduz penas para golpistas. Entenda a polêmica e os desdobramentos.

pt_BRPortuguese