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Rui Costa discute combate às queimadas e à seca com governadores da Amazônia

Governo federal convidou governadores de 11 estados para reunião. País enfrenta a maior seca da história recente
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Amanda Omura

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, recebeu nesta quinta-feira (19) governadores de estados da Amazônia Legal, Pantanal e Cerrado para discutir ações de combate às queimadas e à estiagem. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não participou do encontro porque cumpriu agenda no Maranhão nesta quinta. Coube a Rui Costa comandar a reunião com representantes de outros ministérios, governadores e vice-governadores de 11 estados. Após a reunião, o titular da Casa Civil informou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve liberar mais cerca de R$ 400 milhões ainda na próxima semana para ações de combate ao fogo e enfrentamento aos efeitos da seca nas regiões. Nessa terça-feira (17), o governo já havia anunciado que vai destinar R$ 514 milhões para combate a incêndios e seca na Amazônia. "Como vocês já viram, foi publicado já o primeiro crédito de outros que serão publicados no valor de R$ 514 milhões, assim como falou também no BNDES, já até semana que vem está autorizado e liberado um pouco mais de R$ 400 milhões para apoio aos Corpos de Bombeiros desses estados da Amazônia Legal", declarou o ministro. Segundo ele, o montante será para "compra de materiais, equipamentos, viaturas, o que já soma os dois juntos perto de R$ 1 bilhão, e outros créditos serão publicados na medida que os governadores apresentem e materializem suas demandas". Além da nova liberação de verba, entre os temas em pauta estava o atendimento emergencial às regiões mais afetadas. O governo também pediu aos governadores que atuem para dar mais capilaridade ao combate, garantindo mais capacitação aos municípios, de acordo com o ministro. Além de Costa, participaram do encontro os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança Climática), Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública) e Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional).

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