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Resultados de Busca em Day: fevereiro 7, 2022

Governo anuncia programa que permite a brasileiro evitar fila na chegada aos EUA

O governo federal informou que a partir desta segunda-feira (7) está disponível para brasileiros o “Global Entry”, um programa que permite agilizar o processo de entrada nos Estados Unidos ao evitar filas no setor de imigração dos aeroportos. Essa medida não altera a exigência nem as regras para concessão de visto.Para participar, os cidadãos brasileiros devem: fazer inscrição na plataforma do programa; pagar taxa de inscrição (US$ 100, não reembolsáveis); cumprir o processo de registro e avaliação prévia; ser aprovados pela Autoridade de Aduanas dos EUA. “O GE é um programa do governo americano que permite a liberação rápida no controle do passaporte, no momento da chegada aos EUA. Ele é administrado pela Autoridade de Aduanas e Proteção de Fronteiras daquele país (CBP, na sigla em inglês) e dele participam, atualmente, 11 jurisdições”, informou o governo. “Uma vez aprovados, poderão fazer o trâmite de ingresso nos EUA em aeroportos selecionados de maneira desburocratizada, por meio de quiosques automáticos”, informou o governo. O trâmite simplificado para viajantes brasileiros nos EUA, segundo o governo, “estimulará contatos empresariais, interação cooperativa e turismo, fortalecendo as relações entre os dois países”. HistóricoAs negociações para que o Brasil possa ingressar no programa “Global Entry” se estendem há anos, e a inclusão do país na lista de países beneficiados chegou a ser anunciada pelos então presidentes Dilma Rousseff e Barack Obama, em 2015. Em novembro de 2019, já no governo do presidente Jair Bolsonaro, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro anunciou que, enfim, daria início à fase de testes.Em março de 2020, o governo publicou decreto com as primeiras regras para a adesão do Brasil ao programa. Esse decreto estabelece que caberá à Polícia Federal e à Secretaria da Receita Federal encaminhar “manifestação conjunta, positiva ou negativa, sobre o preenchimento dos critérios para ingresso no programa”.A Autoridade de Proteção de Fronteiras e Alfândega dos EUA, por sua vez, usará essa manifestação para acatar, ou não, a inscrição dos brasileiros no “Global Entry”.

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Dilma não é candidata e relação com Lula é ‘inabalável’

A ex-presidente Dilma Rousseff afirmou no último sábado (5) que não é candidata a nenhum cargo nas eleições deste ano e também comentou sobre o que chamou de “intrigas” sobre a sua relação com o ex-presidente Lula, chamando de “inabalável” a confiança entre os dois.Em uma série de publicações em uma rede social, a ex-presidente apontou para “rumores” sobre o futuro político dela e disse não se sentir isolada dentro do Partido dos Trabalhadores.“Não adianta quererem fazer intriga entre mim e o presidente Lula. Nossa relação de confiança já foi testada inúmeras vezes e é inabalável”, escreveu Dilma. E concluiu: “Não sou candidata a nenhum cargo”.Conforme mostrou o blog do jornalista Gerson Camarotti, dirigentes e lideranças petistas entendem que o legado do governo Dilma Rousseff será fator de fragilidade para a campanha do ex-presidente Lula e uma potencial agenda negativa a ser explorada por adversários.Para essas lideranças petistas, a candidatura de Lula teria de tentar omitir a gestão de Dilma para evitar um desgaste. O ex-presidente, conforme Datafolha de dezembro, lidera as pesquisas para as eleições deste ano, com 59% das intenções de voto.

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Inflação dos combustíveis gera ‘corrida de propostas’ no Congresso

A disparada no preço dos combustíveis e do gás de cozinha fez com que, nas últimas semanas, integrantes do governo e parlamentares protagonizassem uma “corrida” de apresentação de propostas no Congresso Nacional.Os textos sugerem diferentes medidas para evitar que os múltiplos fatores que pressionam a inflação desse setor sejam repassados ao consumidor final – e que, com isso, os preços fiquem ainda maiores.Pelo menos duas propostas de Emenda à Constituição (PECs) e dois projetos de lei sobre o tema estão em discussão simultânea no parlamento.A ideia de aprovar novas regras para reduzir o preço dos combustíveis partiu do próprio governo – que, entre outras coisas, teme o impacto negativo da inflação na campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro.A equipe econômica, no entanto, defende um texto bem mais “modesto” que as propostas na mesa até o momento. Técnicos do Ministério da Economia defendem reduzir, ou até zerar, apenas os impostos que incidem sobre o óleo diesel e o gás de cozinha.Parlamentares e integrantes da “ala política” do governo, no entanto, defendem propostas mais amplas – que também permitem derrubar a zero os impostos sobre a gasolina e o etanol.Há congressistas que vão além e propõem ainda mais: auxílio a caminhoneiros e criação de um fundo de estabilização do preço dos combustíveis.Em comum, todas as opções driblam a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) ao permitir que impostos sejam reduzidos ou zerados sem medida de compensação — redução de alguma despesa ou aumento de outro imposto.Se aprovadas, as propostas vão contribuir para aumentar o rombo nas contas públicas em 2022, já que União, estados e municípios poderão abrir mão de arrecadação. O Orçamento sancionado já prevê déficit de R$ 79,3 bilhões para a União.

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Calcinhas descartáveis: o que são e os prós e contras

Essas peças, geralmente feitas de algodão ou tecido sintético, são usadas normalmente em hospitais, clínicas, spas e outros ambientes do tipo, como medida de higiene e de prevenção de contaminações. Após o uso, o produto é jogado lixo. De que são feitas as peças?Na internet, modelos dos mais diversos tipos e marcas são encontrados, as calcinhas descartáveis mais caras são feitas de algodão e as mais baratas, de tecidos sintéticos (TNT, poliéster, polipropileno).“Esses materiais [os tecidos sintéticos] são derivados do petróleo e do plástico, uma indústria super questionável. Por isso, esse tipo de material é de menor durabilidade e de qualidade inferior, o que faz com que essas peças durem por muito menos lavagens que peças de fibras naturais”, explica Giovanna Nader, comunicadora socioambiental e autora do livro “Com que Roupa? Guia Prático de Moda Sustentável”. Tecidos de fibras sintética levam em média de 400 a 450 anos para se decompor na natureza, explica Nader. Já as peças mais caras, de algodão, são biodegradáveis, ou seja, podem ser decompostas por bactérias ou outros organismos vivos. O uso diário traz algum benefício? Existe algum risco?Para a médica Larissa Cassiano, casos de uso diário da peça sem indicação médica não são comuns. Ela afirma que nunca soube de algo do tipo. Além de ser um material caro, Cassiano explica que o uso de calcinhas de fibras sintéticas e de material plástico reduz a troca de oxigênio da região íntima. “A região íntima é uma área naturalmente cheia de dobras que naturalmente já tem um atrito, suor, e pouca ventilação. O risco de infeção e assaduras é muito grande”, alerta a ginecologista.

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