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Resultados de Busca em Category: Redação

Cade define condições e aprova com restrições venda da Oi

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a venda da rede de telefonia móvel da Oi para a aliança formada pelas operadoras Claro, TIM e Telefônica.A autorização, contudo, foi condicionada à adoção de “remédios”, isto é, medidas que buscam reduzir a possibilidade de concentração de mercado e, assim, garantir a competição. As medidas foram estabelecidas por meio de um Acordo em Controle de Concentrações (ACC), que prevê, entre outros pontos: alugar parte do espectro da Oi a outras operadoras; oferta pública de venda de parte das estações radiobases da Oi; oferta de roaming de voz, dados e mensagens para outras operadoras;As compradoras terão de fazer as ofertas e alugar o espectro antes de a compra ser concluída, segundo decisão do tribunal do Cade. As operadoras queriam cumprir as medidas após a conclusão da operação.Durante a sessão, o relator do processo, Luis Braido, votou contra a venda. Ele foi acompanhado pelos conselheiros Paula Farani e Sérgio Ravagnani.Já a conselheira Lenisa Prado abriu divergência e votou a favor da operação. Ela foi acompanhada por Luiz Hoffmann e pelo presidente do Cade, Alexandre Barreto. Como o placar terminou empatado em 3 votos a 3, prevaleceu o chamado “voto qualidade” do presidente do conselho. Recuperação judicialA Oi vendeu a operação de telefonia móvel, chamada de Oi Móvel, dentro do processo de recuperação judicial da companhia, com o objetivo de pagar dívidas

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Juiz determina cirurgia de menino que pais rejeitaram doadores vacinados

Um juiz tutelar de Bolonha, na Itália, determinou que seja realizada a cirurgia cardíaca de uma criança cujos pais queriam adiar o procedimento porque não queriam que o menino recebesse transfusão com sangue de doadores vacinados contra Covid. Em sua decisão, o magistrado alegou que a saúde da criança vem em primeiro lugar e que a cirurgia é absolutamente necessária.“Portanto, o Hospital Sant’Orsola deve intervir o mais rápido possível para garantir a vida do paciente. Consequentemente, a operação deve ser feita, independentemente do tipo de sangue necessário em caso de transfusão. Transfusões que, aliás, são seguras”, afirmou, segundo o jornal “Gazzeta di Modena”. Os pais, que se opõem à vacinação contra Covid por motivos religiosos, queriam lançar uma campanha para convocar doadores de sangue não vacinados para o filho, cuja idade não foi divulgada. Hospital interviuMas o hospital entrou na Justiça, alegando que não haveria tempo para adiar o procedimento à espera desses novos doadores, e que não há base científica para dizer que a vida da criança correria algum risco com transfusões de pessoas vacinadas. Segundo o “Gazzeta di Modena”, o advogado da família, Ugo Bertaglia, seus clientes “nunca negaram o consentimento à intervenção e o reiteraram ao juiz tutelar” que os ouviu na audiência, mas apenas fizeram objeção ao “sangue de vacinados”. Ele disse ainda que vai considerar se contesta a decisão do juiz.

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CBF divulga tabela básica da Série C do Brasileirão com nova fórmula de disputa

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta terça-feira, a tabela básica da Série C do Campeonato Brasileiro 2022. Para este ano, a competição terá um novo formato, com jogos em turno único na primeira fase e disputas entre os 20 clubes. A Rodada #1 está programada para acontecer entre os dias 9 e 11 de abril.Após muita discussão e uma votação bem apertada, os clubes que integram a Série C decidiram por esta mudança. Agora, ao invés de dois grupos com dez times na primeira fase, entra um turno único, com todos jogando contra todos, e os oito primeiros colocados avançando para uma segunda fase. Os dez melhores ranqueados jogarão dez jogos em casa e nove fora, enquanto o restante fará dez partidas fora e nove na condição de mandante.Os oito melhores avançam para a segunda fase, sendo divididos em dois grupos, com quatro times cada. Estes vão duelar em jogos de ida e volta, dentro de cada chave. Os dois melhores de cada quadrangular garantem vaga na Série B de 2023, e os líderes de cada grupo avançam para disputar o título, também em jogos de ida e volta.

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Final do Mundial de skate street será no Rio de Janeiro em novembro

A decisão do Mundial de skate street deste ano vai ser no Rio de Janeiro, em novembro. A SLS (Street League Skateboarding) comunicou nesta segunda-feira que a final do circuito mundial, conhecida como Super Crown, vai ser realizada na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico da Barra, nos dias 5 e 6 de novembro de 2022.Outras três etapas também foram anunciadas: Jacksonville, nos EUA, dias 16 e 17 de julho; Seattle, também nos EUA, em 13 e 14 de agosto; e uma terceira, ainda sem local confirmado, em 8 e 9 de outubro. No final do ano passado, em Jacksonville, a brasileira Pâmela Rosa se consagrou bicampeã mundial. No mesmo Super Crown de 2021, o Brasil ainda conquistou dois vice-campeonatos, com Rayssa Leal e Lucas Rabelo.A última vez que a SLS realizou uma etapa do mundial no Rio foi justamente na Arena Carioca 1, palco do jogos de basquete nas Olimpíadas do Rio em 2016. Em 2019, pela street league, a melhor brasileira foi Letícia Bufoni, com a segunda colocação. A campeã foi a japonesa Aori Nishimura. Entre os homens, os brasileiros, Kelvin Hoefler e Felipe Gustavo ficaram atrás apenas do americano Nyjah Huston.Para os fãs de skate, o Rio de Janeiro vai virar morada no fim do ano. Isso porque o STU, circuito nacional, está marcado para ser realizado na capital fluminense entre 10 e 16 de outubro. Ou seja, três semanas antes do Super Crown. O problema para os skatistas da elite é que há uma etapa da SLS ainda sem local definido em 8 e 9 de outubro.

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Presidente Petrobras diz que não pode ‘segurar preços’

O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, afirmou nesta quinta-feira (3) que a empresa tem tentado explicar claramente à sociedade e ao Congresso Nacional que não pode segurar preço dos combustíveis. Ele participou de evento virtual do banco Credit Suisse. “A gente tem visto que isso tem sido entendido, que não seja a Petrobras a segurar preços. [A empresa] trabalha em cima da legalidade, tem de praticar preços de mercados”, declarou. Segundo ele, a empresa tem de seguir a lei das estatais, das sociedades anônimas e, também, o seu estatuto. “E sabemos do prejuízo que é tentar segurar preços de forma artificial. Primeiro vamos perder muitos investimentos, dificultar importação”, declarou. A explicação é que, ao segurar preços artificialmente, a empresa dificultaria a importação de combustíveis, e isso poderia gerar desabastecimento no mercado interno — que não é abastecido unicamente pela Petrobras. Silva e Luna declarou que a empresa tem responsabilidade social, mas acrescentou que ela “não pode fazer políticas públicas”.

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