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Deputado estadual Wellington José defende programas Bairro Seguro e Segurança Presente

Deputado afirma que, por ter nascido e sido criado na zona norte, reconhece a falta de segurança da região
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Amanda Omura

De acordo com as últimas pesquisas, a Segurança está entre as prioridades dos moradores do RJ e o Jornal Corporativo ouviu as propostas do deputado estadual Wellington José (Podemos) - conhecido na Alerj por ser um dos maiores solicitantes das ampliações dos programas Bairro Seguro e Segurança Presente – na corrida eleitoral, rumo às melhorias para o estado nesse sentido. Confira na entrevista a seguir:

O senhor é um dos maiores incentivadores dos atuais programas estaduais de Segurança Pública, o Bairro Seguro e o Segurança Presente. Por quê?

Sou cria da zona norte e continuo morando em Ricardo de Albuquerque, de onde não penso em me mudar. Por isso, conheço de perto a insegurança da cidade, sobretudo nessa região. Eu tenho menos de 2 anos de mandato, mas percorri, com o meu gabinete itinerante, 80% dos municípios do RJ e o que eu mais ouvi foram pedidos voltados para a Segurança. Na Alerj me destaquei por ser um dos que mais solicitou a ampliação do Bairro Seguro e Segurança Presente (para quase 20 localidades distintas), pois eles são comprovadamente eficazes.

E o senhor é favor da ampliação da tropa por meio da chegada da Guarda Municipal às equipes?

Sim. Recentemente eu apresentei o PL 6354/22, que inclui os agentes da Guarda Municipal no Programa Segurança Presente. O motivo é simples: mais agentes nas ruas significa maior segurança para a população. Esse é o caminho.
E também é de sua autoria uma lei que visa captar armas no estado, não é isso? Fale um pouco sobre ela.

Exatamente. Com o PL 4910/21 eu proponho a criação do Programa 365 dias sem armas de fogo no RJ. O intuito é intensificar as blitzes e missões especiais com o objetivo principal de apreender de armas de fogo e munições que estejam nas mãos dos bandidos. Além disso, é preciso reconhecer os bons policiais pelos serviços executados. Apenas nos primeiros quatro meses de 2022 mais de 1.400 casos de latrocínios e mortes violentas foram registradas no estado. Apesar de uma sensível queda nos números atuais – fruto do trabalho do Governo do Estado – ainda é possível perceber um preocupante e elevado índice de violência no RJ.

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