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​URGENTE: Medida Provisória 1355 traz 3 mudanças bombásticas no empréstimo do INSS e deixa margem dos aposentados “negativa”

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Amanda Clark

​Se você abriu o aplicativo do Meu INSS nos últimos dias e tomou um susto ao ver a sua margem zerada ou com saldo negativo, a culpa é de uma nova canetada do governo. A Medida Provisória 1355 mudou completamente as regras do jogo do empréstimo consignado e acabou negativando milhões de aposentados e pensionistas da noite para o dia. ​O governo tenta vender as mudanças como um "pacote de vantagens", mas a verdade nua e crua é de partir o coração: ao travar a margem do segurado, eles cortaram a única saída que muita gente tinha para conseguir o "crédito para comprar comida" ou pagar o remédio no fim do mês.

​Entenda as 3 grandes mudanças da MP 1355 e veja como elas afetam o seu contracheque: ​ - 1ª Mudança: A rasteira da Margem Negativa (De 45% para 40%)

​Essa foi a pior parte da Medida Provisória. O governo reduziu a margem consignável de 45% para 40%. ​Na prática, quem já estava usando o limite máximo permitido foi jogado automaticamente para a margem estourada (extrapolada). Com o bolso negativado pelo próprio governo, o idoso ficou de mãos atadas: não consegue fazer um refinanciamento e nem uma portabilidade para buscar juros menores. O governo tirou o oxigênio financeiro de quem usava o troco do consignado para sobreviver.

​2ª Mudança: O "Eterno Prazo" saltou para 108 meses

A MP 1355 também esticou a corda da dívida. O prazo máximo para pagar o empréstimo consignado saiu de 96 meses para 108 meses. ​Estamos falando de 9 anos com o salário preso ao banco! Os bancos adoram essa mudança porque, quanto mais tempo o aposentado passa pagando, mais juros eles faturam. É a eternização da dívida no contracheque do segurado.

​3ª Mudança: Carência de 3 meses para começar a pagar

​A terceira mudança trazida pela medida é a carência de até 90 dias (3 meses) para o primeiro desconto da parcela acontecer. ​Essa é a famosa "isca" que os bancos usam para atrair quem está desesperado. O aposentado pega o dinheiro hoje e acha ótimo só começar a pagar daqui a três meses. O que o banco não avisa com clareza é que os juros continuam correndo soltos durante esse período de carência, deixando o saldo devedor ainda mais caro. ​

O Drama Real: O Crédito de Sobrevivência

​Quem está lá em Brasília assinando a MP 1355 não entende a realidade de quem está no chão de fábrica. Como recebi no relato emocionante de um seguidor esta semana: "Felipe, depois que o banco desconta tudo, só me sobra 25% do salário. Mal dá para a comida". ​O aposentado brasileiro virou refém de um sistema onde ele precisa fazer portabilidade a cada 12 parcelas pagas apenas para pegar um "troco" e fazer o mercado. Quando o governo vem com a MP 1355 e deixa todo mundo com a margem extrapolada, ele não acaba com a necessidade do idoso; ele apenas impede o aposentado de renegociar sua dívida de forma justa.

​O que fazer agora?

​Para o bolso do aposentado voltar a respirar, a única saída é a pressão para que essa margem retorne ao patamar cheio, permitindo que as pessoas limpem o saldo negativo e reduzam o valor das parcelas atuais. ​Alerta do Felipe: Cuidado dobrado! Com a margem travada pela MP 1355, golpistas vão tentar te oferecer dinheiro fácil através de modalidades perigosas, como o débito direto na conta corrente. Não caia nessa armadilha que raspa o seu salário. Proteja seu benefício!

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