{"id":12121,"date":"2022-11-25T14:59:11","date_gmt":"2022-11-25T17:59:11","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/?p=12121"},"modified":"2022-11-25T14:59:15","modified_gmt":"2022-11-25T17:59:15","slug":"com-precos-mais-altos-ambulantes-veem-vendas-minguarem-em-relacao-a-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/economia\/com-precos-mais-altos-ambulantes-veem-vendas-minguarem-em-relacao-a-2018\/","title":{"rendered":"Com pre\u00e7os mais altos, ambulantes veem vendas minguarem em rela\u00e7\u00e3o a 2018"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-block-paragraph\">Sobrou at\u00e9 para as vuvuzelas: a infla\u00e7\u00e3o n\u00e3o deixou de fora os itens da Copa, e faz &#8216;minguarem&#8217; as vendas dos ambulantes este ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na quinta-feira (24), dia de estreia da sele\u00e7\u00e3o brasileira na Copa do Catar, a reportagem foi at\u00e9 a Rua 25 de Mar\u00e7o, principal concentra\u00e7\u00e3o de com\u00e9rcio de rua de S\u00e3o Paulo, para entender a percep\u00e7\u00e3o desses vendedores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Est\u00e1 parado para todo mundo. Est\u00e1 muito ruim. E aumentaram muito as coisas. Na Copa passada, a gente comprava camisa da sele\u00e7\u00e3o por R$ 30 ou R$ 40 e revendia a R$ 60 ou R$ 70. Agora, a gente compra por R$ 60 ou R$ 80 e revende a R$ 100, R$ 120&#8221;, afirma Leandro Batista, dono de uma barraca na principal via de com\u00e9rcio popular de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste ano, os pre\u00e7os das vuvuzelas, que come\u00e7aram a fazer sucesso na Copa de 2010, v\u00e3o de R$ 5, nos modelos mais simples, a R$ 130, no caso das mais potentes. J\u00e1 as r\u00e9plicas das camisetas da sele\u00e7\u00e3o podem ser encontradas na regi\u00e3o entre R$ 35 e R$ 180.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sobrou at\u00e9 para as vuvuzelas: a infla\u00e7\u00e3o n\u00e3o deixou de fora os itens da Copa, e faz &#8216;minguarem&#8217; as vendas dos ambulantes este ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na quinta-feira (24), dia de estreia da sele\u00e7\u00e3o brasileira na Copa do Catar, a reportagem do g1 foi at\u00e9 a Rua 25 de Mar\u00e7o, principal concentra\u00e7\u00e3o de com\u00e9rcio de rua de S\u00e3o Paulo, para entender a percep\u00e7\u00e3o desses vendedores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Est\u00e1 parado para todo mundo. Est\u00e1 muito ruim. E aumentaram muito as coisas. Na Copa passada, a gente comprava camisa da sele\u00e7\u00e3o por R$ 30 ou R$ 40 e revendia a R$ 60 ou R$ 70. Agora, a gente compra por R$ 60 ou R$ 80 e revende a R$ 100, R$ 120&#8221;, afirma Leandro Batista, dono de uma barraca na principal via de com\u00e9rcio popular de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste ano, os pre\u00e7os das vuvuzelas, que come\u00e7aram a fazer sucesso na Copa de 2010, v\u00e3o de R$ 5, nos modelos mais simples, a R$ 130, no caso das mais potentes. J\u00e1 as r\u00e9plicas das camisetas da sele\u00e7\u00e3o podem ser encontradas na regi\u00e3o entre R$ 35 e R$ 180.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Reginaldo, a v\u00e9spera da estreia da sele\u00e7\u00e3o brasileira na Copa foi o melhor dia de vendas nesta edi\u00e7\u00e3o. A expectativa \u00e9 que o com\u00e9rcio melhore conforme a sele\u00e7\u00e3o avance na competi\u00e7\u00e3o. &#8220;At\u00e9 na chuva o pessoal estava comprando. Se o Brasil ganhar, vai ser da\u00ed para mais&#8221;, acredita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Vim aqui comprar camiseta. Comprei duas camisetas e vou levar tr\u00eas vuvuzelas&#8221;, diz Adilson Montanino. &#8220;Na Copa passada, tinha mais variedade. N\u00e3o sei se \u00e9 devido a pol\u00edtica, a desemprego, mas est\u00e1 dif\u00edcil. Antigamente, estava tudo enfeitado. Acabou a alegria&#8221;, continua.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vendedores torcem pelo sucesso da sele\u00e7\u00e3o para melhorar faturamento ao longo da competi\u00e7\u00e3o<\/p>","protected":false},"author":3,"featured_media":12122,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-12121","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"brizy_media":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12121","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12121"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12121\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12122"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12121"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12121"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12121"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}