{"id":14735,"date":"2023-05-24T17:53:30","date_gmt":"2023-05-24T20:53:30","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/?p=14735"},"modified":"2023-05-24T17:53:35","modified_gmt":"2023-05-24T20:53:35","slug":"mais-de-10-milhoes-deixaram-pobreza-em-2022-em-9-estados-pobres-sao-maioria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/economia\/mais-de-10-milhoes-deixaram-pobreza-em-2022-em-9-estados-pobres-sao-maioria\/","title":{"rendered":"Mais de 10 milh\u00f5es deixaram pobreza em 2022; em 9 estados, pobres s\u00e3o maioria"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais de 10 milh\u00f5es de brasileiros sa\u00edram da linha de pobreza no pa\u00eds em 2022. Mesmo assim, a maioria da popula\u00e7\u00e3o de nove estados segue na pobreza &#8212; ou seja, vive com uma renda mensal de at\u00e9 R$ 665,02.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas s\u00e3o as conclus\u00f5es de um levantamento do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), obtido com exclusividade pelo g1 e feito com base em dados de 2022 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD), do IBGE. O IJSN \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o ligado \u00e0 Secretaria de Estado de Economia e Planejamento (SEP) do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento aponta que:<br>a taxa de pobreza brasileira caiu de 38,2% para 33% entre 2021 e 2022, para um n\u00edvel mais pr\u00f3ximo de 2020;<br>mesmo com a queda, o n\u00famero de pobres no pa\u00eds ainda \u00e9 alto: s\u00e3o 70,7 milh\u00f5es de brasileiros vivendo em situa\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias; eram 81,2 milh\u00f5es em 2021<br>todos os estados do pa\u00eds tiveram queda nas taxas de pobreza no \u00faltimo ano;<br>os estados com as maiores redu\u00e7\u00f5es foram Roraima (11,7 pontos percentuais) e Sergipe (9,7 p. p.), mas eles seguem com taxas elevadas, acima de 45%;<br>mesmo com queda, Maranh\u00e3o segue como o estado com os maiores indicadores: seis a cada dez maranhenses vivem na pobreza.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o estudo, dois fatores principais est\u00e3o por tr\u00e1s da queda de pobreza em 2022: a melhora do mercado de trabalho e a expans\u00e3o de programas de transfer\u00eancia de renda, como o Aux\u00edlio Brasil (leia mais sobre isso abaixo). O programa foi turbinado no \u00faltimo ano do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), quando ele disputou e perdeu a elei\u00e7\u00e3o presidencial para Luiz In\u00e1cio Lula da Silva (PT).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Melhora ap\u00f3s recorde de pobreza em 2021<br>Mesmo com a melhora, os dados apontam que os indicadores continuam elevados de forma geral.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A taxa de pobreza alcan\u00e7ada em 2022 retornou a um patamar pr\u00f3ximo ao observado em 2020, que era de 32,7%\u201d, diz Pablo Lira, doutor em Geografia e Diretor-Presidente do IJSN.<br>A queda do ano passado fica ainda mais evidente porque 2021 teve a taxa de pobreza mais alta dos \u00faltimos 11 anos.<br>Segundo dados divulgados pelo IBGE no final do ano passado, a pandemia da covid-19 fez disparar a pobreza no Brasil. Com isso, o n\u00famero de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza bateu recorde em 2021 &#8211; fato que \u00e9 confirmado pelos dados da pesquisa do IJSN.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa mostra ainda que o n\u00famero de brasileiros vivendo na extrema pobreza &#8212; ou seja, com at\u00e9 R$ 208,73 por m\u00eas &#8212; tamb\u00e9m diminuiu, recuando de 20 milh\u00f5es em 2021 para 13,7 milh\u00f5es em 2022. Isso significa que, no ano passado, 6,4% da popula\u00e7\u00e3o vivia nestas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pico tamb\u00e9m foi em 2021, com 9,4%. Mas o estudo destaca que, mesmo com a queda em 2022, os n\u00fameros tamb\u00e9m s\u00e3o considerados altos.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Taxa de pobreza brasileira caiu de forma geral entre 2021 e 2022, mas n\u00famero ainda \u00e9 elevado<\/p>","protected":false},"author":3,"featured_media":14736,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_crdt_document":"","footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-14735","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"brizy_media":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14735","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14735"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14735\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14736"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14735"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14735"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14735"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}