{"id":20996,"date":"2024-08-15T18:07:44","date_gmt":"2024-08-15T21:07:44","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/?p=20996"},"modified":"2024-08-15T18:07:44","modified_gmt":"2024-08-15T21:07:44","slug":"desemprego-cai-em-15-estados-no-2o-trimestre-de-2024-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/economia\/desemprego-cai-em-15-estados-no-2o-trimestre-de-2024-diz-ibge\/","title":{"rendered":"Desemprego cai em 15 estados no 2\u00ba trimestre de 2024, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<p>A taxa de desemprego no Brasil caiu em 15 das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o (UFs) no segundo trimestre de 2024, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD) Cont\u00ednua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>Nos outros 11 estados e no Distrito Federal, a taxa permaneceu est\u00e1vel. Os n\u00fameros s\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com o primeiro trimestre de 2024.<\/p>\n<p>Tiveram queda na taxa de desemprego: Santa Catarina, Rio de Janeiro, Goi\u00e1s, Minas Gerais, S\u00e3o Paulo, Par\u00e1, Cear\u00e1, Maranh\u00e3o, Esp\u00edrito Santo, Acre, Tocantins, Alagoas, Amazonas, Piau\u00ed e Bahia;<br \/>\nTiveram estabilidade: Pernambuco, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Sergipe, Amap\u00e1, Para\u00edba, Roraima, Rio Grande do Sul, Paran\u00e1, Mato Grosso do Sul, Rond\u00f4nia e Mato Grosso.<\/p>\n<p>As maiores taxas de desemprego por estados foram encontradas em Pernambuco (11,5%), Bahia (11,1%) e Distrito Federal (9,7%). As menores est\u00e3o em Santa Catarina (3,2%), Mato Grosso (3,3%) e Rond\u00f4nia (3,3%).<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com o segundo trimestre de 2023, houve 15 quedas, mas duas das UFs registraram aumento estatisticamente significativo. Veja a distribui\u00e7\u00e3o abaixo.<\/p>\n<p>Tiveram alta na taxa de desemprego: Roraima e Rond\u00f4nia;<br \/>\nTiveram queda: Goi\u00e1s, Par\u00e1, Maranh\u00e3o, S\u00e3o Paulo, Alagoas, Rio de Janeiro, Amazonas, Para\u00edba, Esp\u00edrito Santo, Acre, Piau\u00ed, Tocantins, Bahia, Pernambuco e Amap\u00e1.<br \/>\nAs demais UFs tiveram estabilidade.<\/p>\n<p>Grandes regi\u00f5es<br \/>\nEntre as grandes regi\u00f5es, a movimenta\u00e7\u00e3o da taxa de desemprego foi a seguinte:<br \/>\nNorte: queda de 8,2% para 6,9%;<br \/>\nNordeste: queda de 11,1% para 9,4%;<br \/>\nCentro-Oeste: queda de 6,1% para 5,4%;<br \/>\nSudeste: queda de 7,6% para 6,6%;<br \/>\nSul: queda de 4,9% para 4,7%.<\/p>\n<p>Desemprego no Brasil<br \/>\nNo fim de julho, o IBGE mostrou que a taxa de desemprego no Brasil foi de 6,9% no fechameto do 2\u00ba trimestre.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior, encerrado em mar\u00e7o, houve queda de 1 ponto percentual (p.p.) na taxa de desocupa\u00e7\u00e3o, que era de 7,9%. No mesmo trimestre de 2023, a taxa era de 8%.<\/p>\n<p>Trata-se do melhor resultado para um trimestre encerrado em junho desde 2014 (6,9%). Na s\u00e9rie compar\u00e1vel, \u00e9 a menor taxa desde o quarto trimestre de 2014 (6,6%).<\/p>\n<p>Com os resultados, o n\u00famero absoluto de desocupados teve queda de 12,5% contra o trimestre anterior, atingindo 7,5 milh\u00f5es de pessoas. Na compara\u00e7\u00e3o contra o mesmo trimestre de 2023, o recuo \u00e9 de 12,8%.<\/p>\n<p>No trimestre encerrado em junho, tamb\u00e9m houve alta de 1,6% na popula\u00e7\u00e3o ocupada, estimada em 101,8 milh\u00f5es de pessoas \u2014 novo recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2012. No ano, o aumento foi de 3%, com mais 2,9 milh\u00f5es de pessoas ocupadas.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As maiores taxas de desemprego por estados foram encontradas em Pernambuco (11,5%)<\/p>","protected":false},"author":3,"featured_media":20981,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_crdt_document":"","footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-20996","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"brizy_media":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20996","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20996"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20996\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20997,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20996\/revisions\/20997"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20981"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20996"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20996"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20996"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}