{"id":24593,"date":"2026-04-11T12:01:19","date_gmt":"2026-04-11T15:01:19","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/redacao\/luana-piovani-abandono-paterno-relacionamentos-amorosos\/"},"modified":"2026-04-11T12:01:19","modified_gmt":"2026-04-11T15:01:19","slug":"luana-piovani-abandono-paterno-relacionamentos-amorosos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/noticias\/luana-piovani-abandono-paterno-relacionamentos-amorosos\/","title":{"rendered":"Luana Piovani revela como abandono paterno moldou suas rela\u00e7\u00f5es amorosas e relacionamentos"},"content":{"rendered":"<h2>O impacto emocional do abandono paterno na vida de Luana Piovani<\/h2>\n<p>A atriz Luana Piovani abriu seu cora\u00e7\u00e3o em entrevista \u00e0 jornalista Maria Fortuna no videocast &#8216;Conversa vai, conversa vem&#8217;, transmitido pelo GLOBO no YouTube e Spotify. Durante a conversa, ela relatou um momento marcante de sua inf\u00e2ncia que moldaria suas rela\u00e7\u00f5es amorosas por anos: quando descobriu que seu pai biol\u00f3gico havia aberto m\u00e3o do p\u00e1trio poder para n\u00e3o pagar pens\u00e3o aliment\u00edcia.<\/p>\n<p>O epis\u00f3dio ocorreu de forma simples, mas profundamente impactante. <strong>Enquanto enxugava lou\u00e7a em um s\u00e1bado, Luana perguntou \u00e0 m\u00e3e uma quest\u00e3o que revelava sua compreens\u00e3o infantil do abandono: &#8220;M\u00e3e, o meu pai me deu?&#8221;<\/strong> A m\u00e3e, enfrentando uma situa\u00e7\u00e3o delicada, tentou explicar que ele n\u00e3o a havia dado porque ela n\u00e3o era um pacote, mas que havia achado melhor assim. A resposta, apesar de bem-intencionada, desencadeou uma crise emocional na crian\u00e7a.<\/p>\n<h2>O padr\u00e3o de relacionamentos como resposta ao abandono<\/h2>\n<p>A atriz reconhece que esse abandono gerou <strong>um padr\u00e3o comportamental espec\u00edfico em suas rela\u00e7\u00f5es com homens<\/strong>. Ela estava constantemente tentando organizar sua rela\u00e7\u00e3o com o pai biol\u00f3gico atrav\u00e9s de seus relacionamentos amorosos, sem perceber conscientemente que fazia isso. O medo do abandono tornou-se uma for\u00e7a motriz em suas escolhas e comportamentos relacionais.<\/p>\n<p>Com medo de ser abandonada novamente, Luana relatou fazer tudo para que o relacionamento fosse perfeito, vivendo em constante vigil\u00e2ncia contra erros que pudessem desencadear uma nova sa\u00edda. <strong>&#8220;Fazia tudo para o relacionamento estar perfeito. N\u00e3o podia errar&#8230; vai que ele me abandona de novo?&#8221;<\/strong>, confessou.<\/p>\n<p>Foi apenas aos 20 anos, quando come\u00e7ou a fazer terapia, que ela compreendeu esse padr\u00e3o e suas ra\u00edzes. Sua analista ofereceu uma perspectiva crucial: <strong>&#8220;Voc\u00ea nunca foi embora, sempre foi deixada. E revive a vida inteira o abandono. Cada sa\u00edda, um abandono de novo.&#8221;<\/strong> Essa compreens\u00e3o profunda ajudou Luana a processar o trauma e trabalhar em sua sa\u00fade emocional.<\/p>\n<h2>Relacionamentos amorosos e a dificuldade em encontrar parceiros genu\u00ednos<\/h2>\n<p>Quando questionada sobre seus relacionamentos passados, Luana foi clara e bem-humorada ao descrever seus encontros com o que ela chama de &#8220;boys lixo&#8221;. Ela revelou que possui um &#8220;olho treinado&#8221; para o est\u00e9tico e o esteticamente organizado, nunca se interessando por algu\u00e9m que n\u00e3o tivesse essas caracter\u00edsticas. Seus crit\u00e9rios incluem intelig\u00eancia, gentileza e generosidade.<\/p>\n<p>Sobre a identifica\u00e7\u00e3o de relacionamentos ruins, Luana apontou o <strong>ghosting como o principal indicador de um &#8220;boy lixo&#8221;<\/strong>. Alguns desaparecem ap\u00f3s dois dias, outros em 15 minutos, e um caso memor\u00e1vel envolveu um m\u00eas e meio de sil\u00eancio. Com seu senso de humor caracter\u00edstico, ela comentou sobre esse \u00faltimo caso: &#8220;Pena, n\u00e3o conseguiu usufruir do bilhete premiado, perdeu, papai.&#8221;<\/p>\n<p>Quando questionada se havia encontrado um &#8220;boy bom&#8221;, Luana respondeu de forma reflexiva: &#8220;Boy bom eu estou achando que n\u00e3o tem.&#8221; Essa declara\u00e7\u00e3o reflete n\u00e3o apenas sua experi\u00eancia pessoal, mas tamb\u00e9m sua vis\u00e3o cr\u00edtica sobre os relacionamentos amorosos contempor\u00e2neos.<\/p>\n<h2>A jornada de autoconsci\u00eancia e cura<\/h2>\n<p>A hist\u00f3ria de Luana Piovani \u00e9 um testemunho de como traumas de inf\u00e2ncia podem moldar nossas escolhas adultas, mas tamb\u00e9m de como a terapia e o autoconhecimento podem transformar essas din\u00e2micas. Ao reconhecer seus padr\u00f5es comportamentais, ela tomou o controle de sua narrativa e come\u00e7ou a entender melhor suas motiva\u00e7\u00f5es e medos.<\/p>\n<p>Sua abertura sobre essas quest\u00f5es pessoais em uma plataforma p\u00fablica demonstra a import\u00e2ncia de discutir sa\u00fade mental e relacionamentos de forma honesta, contribuindo para uma conversa mais ampla sobre o impacto do abandono paterno e seus efeitos duradouros nas rela\u00e7\u00f5es amorosas futuras.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Luana Piovani conta como abandono paterno afetou suas rela\u00e7\u00f5es amorosas e como a terapia transformou sua vida emocional.<\/p>","protected":false},"author":4,"featured_media":24591,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[269],"tags":[],"class_list":["post-24593","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"brizy_media":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24593","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24593"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24593\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/24591"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24593"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24593"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalcorporativo.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24593"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}