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Governo abrirá prazo para estados e municípios sugerirem novas obras no PAC

Lula pediu para governadores, prefeitos e empresários priorizem a contratação de trabalhadores das comunidades
Amanda Omura

Amanda Omura

O governo federal reservou R$ 65,2 bilhões do orçamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para atender novos projetos sugeridos por estados e municípios em seis áreas. São elas:
Cidades: R$ 44,84 bilhões
Saúde: R$ 9,89 bilhões
Educação: R$ 9,24 bilhões
Cultura: R$ 640 milhões
Justiça: R$ 390 milhões
Esporte: R$ 180 milhões

A iniciativa, batizada no governo de Novo PAC – Seleções, foi lançada oficialmente nesta quarta-feira (27), no Palácio do Planalto, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Durante o evento, Lula pediu para governadores, prefeitos e empresários priorizem a contratação de trabalhadores das comunidades que receberão as novas obras.
"Nestas obras do PAC, de preferência, vamos contratar as pessoas da cidade. Vamos contratar as pessoas da comunidade", disse.
"A gente gera emprego na comunidade, a gente gera desenvolvimento na comunidade, a gente gera comércio na comunidade, a gente faz o dinheiro circular na comunidade. A gente diminui a bandidagem na comunidade", acrescentou o presidente.
O governo divulgou em agosto a nova versão do PAC, que reúne uma carteira de projetos de infraestrutura, com investimento estimado de R$ 1,7 trilhão nos próximos anos. Até 2026, ao final do mandato de Lula, o aporte previsto é de R$ 1,4 trilhão.

Novos projetos
Segundo o governo, os R$ 65,2 bilhões reservados no PAC Seleções vão ser destinados a novos projetos em 27 modalidades. A seleção é coordenada pela Casa Civil.

As propostas serão avaliadas antes da inclusão no programa. Prefeitos e governadores terão entre 9 de outubro e 10 de novembro para cadastrar os projetos que poderão, entre outras áreas, prever investimentos em:

abastecimento de água;
esgotamento sanitário;
prevenção de desastres naturais;
mobilidade urbana;
renovação de frotas de ônibus;
transporte escolar;
escolas em tempo integral;
creches e educação infantil;
espaços esportivos;
patrimônio histórico;
policlínicas e unidades básicas de saúde;
novas ambulâncias;
centros de parto normal;
centros especializados em reabilitação.

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