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Manifestações pró-Palestina crescem em universidades

Na faculdade Science Po, uma das mais famosas da França, estudantes e militantes bloquearam o acesso ao prédio
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Amanda Omura

Em um protesto na esteira dos realizados em universidades dos Estados Unidos, um grupo de estudantes bloqueou nesta sexta-feira (26) a entrada do prestigioso centro educacional francês Sciences Po Paris também em protesto contra as ações de Israel na Faixa de Gaza.

A entrada do edifício histórico da renomada faculdade de ciências políticas, por onde já passaram cinco ex-presidentes franceses, foi obstruída com material de construção e lixeiras pelos manifestantes.

Na manhã desta sexta-feira era possível ver pelas janelas que estudantes passaram a noite no local, vestidos com kufiyas, e bandeiras palestinas penduradas em apoio à sua luta.

O comitê Palestina do Sciences Po pede "uma condenação explícita das ações de Israel" em Gaza e o "fim da colaboração" a todas as "instituições" consideradas cúmplices da "opressão sistêmica ao povo palestino", afirmou.

O grupo pede o fim "à repressão das vozes pró-palestinas no campus", após o centro de elite ser acusado de permitir que o antissemitismo floresça.

A AFP não conseguiu contato com a direção do centro.

A nova ação ocorre quando os protestos em defesa dos palestinos se multiplicam em universidades dos Estados Unidos, embora na França ainda não ocorram de forma ampla.

O presidente do Conselho Representativo de Instituições Judaicas da França (Crif), Yonathan Arfi, disse ao canal francês LCI considerar "perigosa" a mobilização.

Países pedem libertação imediata de reféns
O Brasil e mais 17 países - entre eles, Estados Unidos, Argentina e França - divulgaram uma declaração que pede a libertação imediata dos reféns na Faixa de Gaza. As nações têm cidadãos entre os sequestrados pelo grupo terrorista Hamas.

"O destino dos reféns e da população em Gaza, que estão protegidos pelo direito internacional, é motivo de preocupação internacional", diz o documento.

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