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Pandemia não acabou, mas as festas da firma estão de volta – para alegria dos funcionários

Enquete mostra que 62% dos entrevistados são a favor das confraternizações; especialista alerta para os cuidados
Amanda Omura

Amanda Omura

Após uma pausa de dois anos por causa da pandemia, as festas de final de ano das empresas voltaram, para a alegria dos funcionários.

Após dois anos, a Passarelli Engenharia e Construção retomou as comemorações presenciais. Em 2020 e 2021, devido à pandemia, a confraternização foi realizada com um karaokê virtual para todos os funcionários.

No próximo dia 22 de dezembro, todos que trabalham no escritório central estarão reunidos num espaço em São Paulo com música ao vivo e outras atrações. Nas outras unidades e obras, também serão realizadas comemorações – nesses casos, cada uma terá sua própria festa, que poderá ser em dias diferentes.
"Neste ano, a comemoração, além de ser pelos resultados de 2022 e dos 90 anos da empresa, será, principalmente, pela vida", diz Lucia Menezes Cotes, diretora de gestão de pessoas da empresa.

Trabalhadores aprovam
Enquete da Robert Half, consultoria global em soluções de talentos, mostra que a maioria dos entrevistados prefere essa modalidade de festa presencial.

As confraternizações buscam geralmente agradecer os trabalhadores pelos resultados alcançados no ano, integrar e motivar as equipes e fortalecer o laço dos funcionários com a cultura da organização.

Entre os participantes que optaram pela comemoração no modelo presencial, 62% gostariam que a festa ocorresse fora do escritório, enquanto 6% elegeram como opção favorita a confraternização na própria empresa.
Por outro lado, 29% preferiram que o valor investido na festa fosse convertido em ações comunitárias, estimulando o engajamento social da companhia e dos colaboradores.

Já as comemorações virtuais e híbridas, que tiveram grande adesão durante o período de pandemia e exigiram criatividade e jogo de cintura por parte das empresas, são preferência de apenas 3%.
“Encaro como um processo completamente natural que, após quase três anos de pandemia, as pessoas estejam ávidas por encontros olho no olho. É claro, porém, que com o aumento dos casos de covid, a análise dos desejos e receios dos colaboradores reforça sua importância, sendo fundamental envolvê-los no processo de decisão”, destaca Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half para a América do Sul.

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