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Aloizio Mercadante sugere que o Brasil deve ser o 1° país a zerar a emissão de carbono

Para Mercadantes, o Brasil deve assumir o protagonismo na discussão sobre a preservação da Amazônia
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Amanda Omura

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, disse nesta terça-feira (29), durante o Seminário internacional "Thinking 20: a Global Order for Tomorrow", realizado na sede da Prefeitura do Rio, na Zona Zul, que o Brasil deve apresentar um projeto ambicioso de reflorestamento da Amazônia na próxima reunião do G20, em 2024, que acontecerá no Rio de Janeiro. O objetivo seria replantar uma área de 50 milhões de hectares.

Para Mercadantes, o Brasil deve assumir o protagonismo na discussão sobre a preservação da Amazônia e os debates sobre a crise climática no planeta. O presidente do BNDES acredita que o país deveria ser o primeiro a zerar suas emissões de carbono.
"Devemos lutar para ser o primeiro país a atingir emissão zero de carbono e antes de 2030".

"Nossa sugestão é apresentarmos um grande projeto de restauração e regeneração da floresta amazônica. Nós temos que replantar 50 milhões de hectares. (…) Isso significa barrar o arco de fogo que está na floresta, e nós já reduzimos em 41% até agora. Com isso, vamos retirar 600 milhões de toneladas de carbono do planeta e vamos atingir, não só a nossa meta, como contribuir decisivamente para o planeta como nenhum outro projeto com esse alcance", explicou Mercadantes.

O presidente do BNDES acrescentou que o programa deve reservar uma parte da área que será replantada como área de produção, com árvores nativas da região que seriam utilizadas para o mercado extrativista.

A sugestão de Mercadante ocorreu durante o seminário internacional "Thinking 20: a Global Order for Tomorrow", no Palácio da Cidade, sede do poder executivo municipal.

O encontro, que conta com a participação do economista norte-americano Jeffrey Sachs, pretende antecipar alguns debates que estarão presentes na reunião do G20 de 2024, que também acontecerá no Rio de Janeiro.

Além de tratar sobre pautas relacionadas a cúpula dos chefes de Estado dos países do G20, o seminário desta terça também abordou as novas dinâmicas econômicas de um mundo em transformação, assim como novas tecnologias.

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