Acidente com carregamento de peixes paralisa tráfego na Linha Amarela
Um caminhão carregado de peixes tombou na tarde de terça-feira na Linha Amarela, provocando um dos maiores congestionamentos da principal via de ligação entre as Zonas Norte e Sudoeste do Rio de Janeiro. O acidente ocorreu logo após o acesso 1, na altura de Jacarepaguá, afetando significativamente o fluxo de veículos que utilizam rotineiramente esta importante artéria viária da cidade.
De acordo com informações da Lamsa, concessionária responsável pela administração e manutenção da via expressa, felizmente não houve registro de feridos no acidente. Entretanto, o impacto do tombamento foi severo o suficiente para que três das quatro faixas da rodovia precisassem ser interditas imediatamente, deixando apenas uma única faixa disponível para a passagem dos veículos em circulação.
Operações de limpeza e remoção da carga
Equipes especializadas da concessionária foram prontamente mobilizadas para executar a remoção do caminhão e da grande quantidade de carga espalhada pela pista. A operação de limpeza e recuperação da via foi considerada prioritária pelos gestores de trânsito, dada a importância crucial da Linha Amarela para a mobilidade urbana do Rio de Janeiro.
Implementação da Operação Túnel Livre
Em resposta à situação de retenção e congestionamento, a Lamsa acionou a denominada Operação Túnel Livre no túnel da Covanca. Este procedimento consiste na interrupção temporária da entrada de novos veículos na praça de pedágio e também no acesso ao túnel, permitindo que os automóveis que já se encontram no interior da estrutura possam prosseguir normalmente e descongestionar o local, evitando situações críticas onde motoristas e passageiros ficariam parados dentro do túnel.
Situação do trânsito no momento do registro
Segundo dados do Centro de Operações e Resiliência do Rio de Janeiro (COR-Rio), no sentido Barra da Tijuca ainda eram observadas retenções significativas entre o Fundão e Pilares, enquanto existia congestionamento contínuo do Túnel da Covanca até o acesso à Avenida Ayrton Senna. Até o momento da publicação desta reportagem, as autoridades de trânsito ainda não conseguiam prever com precisão o horário para a liberação total das faixas interdidatas e a normalização completa do fluxo veicular neste segmento crítico da via.
A Linha Amarela permanecia sob supervisão contínua das equipes de operação, que trabalhavam incansavelmente para restaurar a plena funcionalidade da rodovia e minimizar os impactos na rotina dos usuários que dependem desta importante conexão entre diferentes regiões do Rio de Janeiro.
